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HRN: entenda o que é, para que serve e como funciona o método

HRN: entenda o que é, para que serve e como funciona o método

HRN

Acidentes com máquinas e equipamentos representam cerca de 25% dos afastamentos do trabalho na indústria brasileira, segundo dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho. 

Muitas dessas ocorrências poderiam ser evitadas com análise adequada de riscos e implementação de medidas preventivas baseadas em metodologias reconhecidas.

A ausência de uma apreciação de riscos estruturada não apenas expõe trabalhadores a perigos graves, mas também gera passivos legais e custos elevados para adequação emergencial à NR-12.​

O método HRN (Hazard Rating Number) é uma ferramenta quali-quantitativa para avaliar riscos em máquinas e equipamentos.

Para aplicá-lo, você precisa: identificar os perigos existentes, atribuir valores numéricos a quatro variáveis (probabilidade de ocorrência, frequência de exposição, grau de dano e número de pessoas expostas), calcular o HRN multiplicando esses valores e classificar o nível de risco. 

Combinadas, essas etapas ajudam a priorizar as ações de segurança e, consequentemente, a reduzir significativamente a ocorrência de acidentes.

Neste artigo, você vai conhecer por completo o método HRN, sua aplicação prática na indústria, a fórmula de cálculo detalhada com tabelas de referência, vantagens e cuuidados, além da relação que o método tem com a NR-12. 

O que é o método HRN (Hazard Rating Number)

O método HRN (Hazard Rating Number), que pode ser traduzido como Número de Avaliação de Riscos, é uma metodologia quali-quantitativa desenvolvida para avaliar e classificar riscos associados a máquinas, equipamentos e processos industriais.

Essa ferramenta permite transformar a percepção subjetiva de risco em valores numéricos objetivos, facilitando a tomada de decisão sobre prioridades de segurança e investimentos em proteção.

Definição e origem do método HRN

O HRN é um método sistemático que busca estabelecer uma visão qualitativa e quantitativa dos riscos relacionados com equipamentos ou processos industriais, classificando o nível de segurança através de variáveis mensuráveis. 

Ele foi desenvolvido com base nos princípios de engenharia de segurança e ganhou ampla aceitação na indústria por sua simplicidade e eficácia. 

Na prática, o método permite que profissionais de segurança do trabalho, engenheiros e gestores avaliem objetivamente perigos que antes dependiam exclusivamente de julgamento subjetivo.

Diferença entre métodos qualitativos e quantitativos

Métodos puramente qualitativos baseiam-se em descrições narrativas e julgamentos subjetivos sobre riscos, sem atribuir valores numéricos precisos. 

Já métodos quantitativos utilizam dados estatísticos e cálculos matemáticos para estimar probabilidades e consequências. 

O HRN combina ambas as abordagens: utiliza escalas numéricas padronizadas (quantitativo) aplicadas a avaliações de cenários reais (qualitativo), resultando em uma metodologia quali-quantitativa.

Aplicação do HRN na indústria brasileira

No Brasil, o método HRN tornou-se referência para o cumprimento da NR-12, que estabelece requisitos de segurança para máquinas e equipamentos

A norma exige apreciação de riscos seguindo princípios da ISO 12100, e o HRN se apresenta como ferramenta prática para essa finalidade. 

É amplamente aplicado em setores como metalurgia, construção civil, manufatura, energia, logística e agroindústria, por exemplo. 

O método permite identificar atividades mais perigosas, elaborar procedimentos de trabalho mais seguros e documentar as análises para fiscalizações trabalhistas.

Para que serve o método HRN na segurança industrial

O método HRN serve fundamentalmente para quantificar o grau de risco associado a tarefas ou processos industriais, permitindo priorizar investimentos e ações de segurança de forma racional. 

Ele transforma análises subjetivas em dados objetivos que facilitam a comunicação entre equipes técnicas, gestores e órgãos fiscalizadores.

Conformidade com a NR-12 e ISO 12100

A NR-12 estabelece que todas as máquinas e equipamentos devem possuir apreciação de riscos documentada, elaborada conforme metodologias reconhecidas. 

A norma técnica ABNT NBR ISO 12100 define os princípios gerais para apreciação e redução de riscos em máquinas, e o HRN atende plenamente a esses requisitos. 

Para cada risco identificado na máquina, o método HRN deve ser aplicado individualmente, gerando um registro rastreável que demonstra conformidade legal. 

Organizações que aplicam o HRN rigorosamente atendem aos requisitos legais e demonstram compromisso com a segurança dos trabalhadores.

Priorização de ações de segurança

O resultado numérico do HRN permite classificar riscos em categorias (aceitável, muito baixo, baixo, significativo, alto, muito alto, extremo, inaceitável) e estabelecer prioridades claras para implementação de medidas de controle. 

Riscos com HRN acima de 1.000 demandam interrupção imediata da atividade, enquanto valores entre 500 e 1.000 exigem ação urgente, e assim sucessivamente.

Essa classificação objetiva auxilia gestores a alocar recursos limitados de forma eficiente, concentrando esforços onde os riscos são mais críticos. 

Na prática, o método evita desperdício de investimentos em proteções desnecessárias e garante que riscos graves recebam atenção prioritária.

Redução de acidentes e custos operacionais

A aplicação do HRN contribui significativamente para a redução de acidentes e afastamentos do trabalho.

Estudos mostram que empresas que implementam essa análise de riscos estruturada reduzem as ocorrências em até 70% após a adequação completa. 

Além da proteção dos trabalhadores, a metodologia gera economia significativa ao evitar custos diretos (tratamentos médicos, indenizações) e indiretos (paradas de produção, multas regulatórias, danos à reputação). 

O método também auxilia na identificação de perigos que geram perdas de eficiência operacional, permitindo melhorias que aumentam a produtividade.

Como funciona o cálculo HRN: fórmula e variáveis

O cálculo do HRN baseia-se na multiplicação de quatro variáveis independentes, cada uma representando um aspecto específico do risco analisado. 

A fórmula é simples, mas exige conhecimento detalhado das escalas e critérios para atribuição correta dos valores.

Estrutura da fórmula HRN = LO x FE x DPH x NP

A fórmula geral do HRN é: HRN = LO x FE x DPH x NP. Cada sigla significa:

  • LO (Likelihood of Occurrence): Probabilidade de ocorrência do evento perigoso
  • FE (Frequency of Exposure): Frequência de exposição ao perigo
  • DPH (Degree of Possible Harm): Grau de dano possível ou severidade da lesão
  • NP (Number of Persons at Risk): Número de pessoas expostas ao risco

O resultado da multiplicação é um número que quantifica o nível do risco, sendo que valores mais altos indicam maior criticidade e urgência de ação. 

Para cada perigo identificado em uma máquina, o cálculo deve ser realizado separadamente, gerando um HRN específico.

Tabela de valores para cada variável

Cada variável possui uma escala própria com valores pré-definidos que devem ser selecionados conforme as características do risco avaliado:

VariávelDescriçãoEscala de Valores
LO – Probabilidade de OcorrênciaChance do evento perigoso acontecer0,033 (Praticamente impossível) a 15 (Certeza)
FE – Frequência de ExposiçãoQuantas vezes as pessoas são expostas ao perigo0,5 (Anualmente) a 10 (Constantemente)
DPH – Grau de Dano PossívelSeveridade da lesão ou dano0,1 (Arranhão/escoriação leve) a 15 (Morte)
NP – Número de PessoasQuantidade de pessoas expostas simultaneamente1 (Uma a duas pessoas) a 12 (Mais de 50 pessoas)

A atribuição correta dos valores exige análise técnica fundamentada em dados históricos, observação das condições reais de trabalho e conhecimento das características dos equipamentos.

Interpretação dos resultados obtidos

Após calcular o HRN, o resultado deve ser classificado conforme as seguintes faixas de risco estabelecidas:​

Valor HRNClassificaçãoAção Requerida
0 – 1AceitávelManter as medidas de proteção atuais, monitorá-las e revisá-las periodicamente, além de considerar novas ações, se necessário.
1 – 5Muito baixo
5 – 10BaixoGarantir a eficácia das ações de proteção atuais. Implementar melhorias para aprimoramento das ações, quando viável.
10 – 50Significativo
50 – 100AltoAplicar ações corretivas para reduzir ou eliminar o risco, com garantia de instalação e funcionamento adequado das proteções e dispositivos de segurança.
100 – 500 Muito alto
500 – 1.000ExtremoRequer intervenção imediata para reduzir ou eliminar o risco.
Maior que 1.000InaceitávelA atividade deve ser interrompida até eliminação ou redução do risco.

Valores acima de 150 geralmente são considerados críticos e demandam implementação urgente de medidas de controle, como barreiras físicas, sistemas de intertravamento ou mudança de processo.

Passo a passo para aplicar o método HRN

A aplicação eficaz do HRN segue uma sequência estruturada que começa pela identificação abrangente de perigos e termina com a documentação das ações propostas.

Identificação de perigos em máquinas e equipamentos

O primeiro passo consiste em identificar todos os perigos associados à máquina, processo ou ambiente de trabalho, incluindo:

  1. Fontes de energia (elétrica, mecânica, térmica, pneumática, hidráulica);
  2. Componentes móveis que possam causar esmagamento, corte ou aprisionamento;
  3. Pontos de operação e zonas de perigo;
  4. Condições ambientais que aumentem o risco (ruído, iluminação, temperatura);
  5. Interfaces homem-máquina inadequadas.

A identificação deve cobrir todas as fases do ciclo de vida do equipamento: transporte, instalação, operação, setup, limpeza, manutenção e desativação. 

Na prática, utiliza-se observação direta, entrevistas com operadores experientes, revisão de manuais técnicos e histórico de acidentes para mapear perigos.

Atribuição de valores às variáveis

Para cada perigo identificado, é preciso valores numéricos às quatro variáveis do HRN utilizando as escalas padronizadas. Exemplo prático:

  • Cenário: Operador exposto diariamente a ponto de prensagem sem proteção física.
    • LO (Probabilidade): 8 – Provável (já ocorreram incidentes similares)
    • FE (Frequência): 2,5 – Diariamente (exposição recorrente)
    • DPH (Severidade): 15 – Morte ou lesão permanente grave
    • NP (Pessoas expostas): 1 – Uma pessoa por turno

Cálculo: HRN = 8 x 2,5 x 15 x 1 = 300 (risco muito alto)

A atribuição deve ser baseada em dados objetivos, evitando subestimação por familiaridade com o risco.

Classificação do nível de risco e prioridades

Após calcular o HRN de todos os perigos identificados, os resultados devem ser organizados em uma ordem decrescente de valor. 

Isso cria uma lista priorizada que orienta a sequência de implementação de medidas de controle. 

Riscos classificados como “extremo” ou “inaceitável” devem receber atenção imediata, com implementação de proteções físicas, sistemas de segurança ou mudanças de processo antes de retomar a operação. 

Cada análise deve ser documentada incluindo: descrição do perigo, valores atribuídos, cálculo do HRN, classificação de risco e medidas de controle propostas.

Vantagens e benefícios do método HRN

Confira a seguir as principais vantagens que a aplicação do método HRN traz às indústrias:

Objetividade na avaliação de riscos

A principal vantagem do HRN é transformar percepções subjetivas em números objetivos, facilitando comparações diretas entre diferentes riscos. 

A fórmula matemática elimina discussões baseadas em opiniões pessoais e estabelece critérios padronizados que podem ser aplicados consistentemente por diferentes avaliadores. 

Essa objetividade aumenta a credibilidade das análises perante auditorias, fiscalizações e comitês internos de segurança. 

Na prática, permite justificar investimentos em proteções com base em dados quantificados, não apenas em argumentos qualitativos.

Facilidade de aplicação e documentação

O HRN possui uma fórmula simples e direta que pode ser aplicada por profissionais de diferentes formações. 

A metodologia não exige softwares especializados, podendo ser implementada em planilhas eletrônicas comuns. 

A documentação gerada é clara e autoexplicativa, facilitando a rastreabilidade e as revisões futuras. Essa simplicidade reduz custos de implementação e acelera o processo de adequação à NR-12.

Integração com outras ferramentas de segurança

O HRN pode ser utilizado isoladamente ou combinado com outras metodologias de análise de riscos, como FMEA, APR (Análise Preliminar de Riscos) ou matriz de riscos. 

Ele se integra naturalmente ao ciclo de apreciação de riscos da ISO 12100, podendo ser aplicado tanto na fase de identificação quanto na avaliação da eficácia das medidas de controle. 

A flexibilidade do método permite a adequação a diferentes setores da indústria. Inclusive, empresas que já possuem sistemas de gestão de SST consolidados incorporam o HRN como ferramenta complementar, sem necessidade de reestruturação completa.

Cuidados ao usar o método HRN

Apesar das vantagens, o HRN exige alguns cuidados para evitar erros na avaliação de riscos. Conheça a seguir os principais pontos de atenção:

Subjetividade na atribuição de valores

Embora o método busque objetividade, a atribuição de valores às variáveis ainda envolve julgamento humano que pode ser influenciado por vieses cognitivos.

Avaliadores diferentes podem atribuir valores distintos ao mesmo perigo, especialmente quando faltam dados estatísticos confiáveis. 

A familiaridade com o risco pode levar à subestimação da probabilidade ou severidade (normalização do desvio). 

Para mitigar essa limitação, recomenda-se formar equipes multidisciplinares, utilizar dados históricos de acidentes quando disponíveis, e calibrar critérios através de análises conjuntas antes da aplicação independente.

Necessidade de revisão periódica

O HRN não é uma análise estática e deve ser revisado sempre que houver mudanças nas condições de trabalho, processos, equipamentos ou legislação. 

Modificações em máquinas, introdução de novos produtos, alteração de turnos ou troca de operadores podem alterar significativamente os valores das variáveis, especialmente FE e NP. 

A ausência de revisão periódica leva à obsolescência da análise e perda de eficácia das medidas de controle. 

Recomenda-se o estabelecimento de ciclos de revisão anuais ou sempre que ocorrerem mudanças significativas no ambiente avaliado.

Erros comuns na aplicação

Os sete erros mais frequentes na aplicação do HRN são:​

  1. Subjetividade excessiva sem embasamento técnico;
  2. Falta de documentação adequada das premissas;
  3. Negligência na revisão após mudanças;
  4. Atribuição incorreta de valores por desconhecimento das escalas;
  5. Análise superficial que omite perigos importantes;
  6. Desconsideração do fator humano (erro operacional);
  7. Uso isolado sem integração com outras medidas de controle.

Para evitar esses erros é possível lançar mão de checklists padronizados, validação por pares e documentação rigorosa de todas as análises, além de capacitação da equipe.

Relação entre HRN e NR-12 

O método HRN está intrinsecamente conectado à adequação à NR-12. Compreender essa relação é essencial para uma aplicação eficaz.

Requisitos da NR-12 para apreciação de riscos

A NR-12 estabelece que todas as máquinas e equipamentos devem possuir apreciação de riscos documentada, elaborada por um profissional habilitado. 

A norma exige que a apreciação identifique perigos em todas as fases de vida da máquina (transporte, montagem, instalação, ajuste, operação, limpeza, manutenção, inspeção, desativação e desmonte). 

Embora a NR-12 não especifique “como fazer” a análise, ela determina que devem ser seguidos princípios reconhecidos de engenharia de segurança, sendo a ISO 12100 a referência técnica principal. 

O HRN atende plenamente a esses requisitos ao oferecer metodologia estruturada, documentável e quantificável.

Documentação obrigatória e rastreabilidade

A NR-12 exige que a apreciação de riscos seja documentada e mantida disponível para fiscalizações trabalhistas. 

A documentação deve incluir: relação das máquinas analisadas, identificação de todos os perigos, valores de risco atribuídos, classificação de criticidade e medidas de controle implementadas ou planejadas. 

O HRN facilita essa rastreabilidade ao gerar registros numéricos objetivos que podem ser auditados e verificados. 

As planilhas de cálculo HRN devem ser assinadas pelo responsável técnico, datadas e atualizadas sempre que houver modificações nas máquinas ou processos. 

Essa documentação demonstra conformidade legal e serve como evidência de diligência em caso de acidentes ou fiscalizações.

Perguntas frequentes sobre HRN

Confira a seguir as respostas para as dúvidas mais comuns relacionadas ao método HRN:

Qual é a diferença entre HRN e outros métodos de análise de riscos?

O HRN se diferencia por ser uma metodologia quali-quantitativa que combina simplicidade operacional com rigor numérico. 

Diferentemente do HAZOP (Estudo de Perigos e Operabilidade), que é complexo e demorado, ou da APR (Análise Preliminar de Risco), que é puramente qualitativa, o HRN oferece um resultado numérico objetivo através de uma fórmula simples que pode ser aplicada rapidamente. 

É possível aplicar o HRN sem conhecimento técnico especializado?

Embora a fórmula seja simples, a aplicação correta do HRN exige conhecimento técnico sobre máquinas, processos industriais e princípios de segurança. 

A atribuição de valores às variáveis demanda capacidade de avaliar probabilidades, severidades e cenários de exposição, o que requer experiência ou treinamento adequado. 

Profissionais sem formação em segurança do trabalho ou engenharia podem participar da equipe de análise, mas a coordenação deve ser realizada por pessoa legalmente habilitada, conforme exigência da NR-12.

Como documentar adequadamente a análise HRN para atender à NR-12?

A documentação deve incluir minimamente: identificação da máquina (marca, modelo, número de patrimônio), data da análise, equipe responsável, lista completa de perigos identificados, valores atribuídos a cada variável (LO, FE, DPH, NP) com justificativas, HRN calculado, classificação de risco, medidas de controle propostas e prazos de implementação. 

Recomenda-se utilizar planilhas estruturadas com campos padronizados, anexar fotos dos pontos de risco e manter o registro assinado pelo profissional habilitado responsável. 

Lembre-se que é necessário atualize a documentação sempre que houver modificações na máquina ou revisão da análise.

Conclusão

O método HRN (Hazard Rating Number) se estabeleceu como ferramenta essencial para avaliação de riscos em máquinas e equipamentos industriais, combinando objetividade quantitativa com simplicidade operacional. 

Sua fórmula baseada em quatro variáveis (probabilidade, frequência, severidade e número de pessoas expostas) permite priorizar ações de segurança e alocar recursos de forma racional. 

A metodologia atende plenamente aos requisitos da NR-12, sendo reconhecida por fiscalizações trabalhistas e auditorias de certificação.

A aplicação correta do HRN demanda conhecimento técnico, formação de equipes multidisciplinares e comprometimento com revisões periódicas. 

Quando implementado adequadamente, o método reduz significativamente a ocorrência de acidentes, elimina custos com afastamentos e passivos legais, e melhora a cultura de segurança organizacional. 

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