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Banco capacitores no painel: quando se deve instalar um banco de capacitor?

Banco capacitores no painel: quando se deve instalar um banco de capacitor?

Banco capacitores no painel

A conta de energia elétrica representa cerca de 40% dos custos de produção industrial no Brasil. Para muitas indústrias, esse valor está inflacionado por uma cobrança silenciosa: a multa por baixo fator de potência, que pode elevar a fatura mensal em mais de 30%. 

Esse problema afeta especialmente empresas que utilizam motores, transformadores e outros equipamentos indutivos sem a devida compensação de energia reativa.

Para instalar um banco de capacitores no painel, você precisa: avaliar o fator de potência atual através da conta de energia, dimensionar a potência reativa necessária em kVAr, e escolher o tipo adequado (fixo, programável ou automático) conforme a variação da carga. 

Combinadas, essas estratégias eliminam multas regulatórias, reduzem perdas técnicas e recuperam o investimento em 3 a 5 meses.​

Este artigo apresenta os critérios técnicos para determinar o momento correto de instalação, os principais tipos de bancos de capacitores, métodos de dimensionamento, benefícios e muito mais! Confira. 

O que é banco capacitores no painel e por que sua indústria precisa

Um banco de capacitores no painel é um conjunto de capacitores elétricos montados em um painel de comando, projetado para corrigir o fator de potência de instalações industriais. 

Este equipamento compensa a energia reativa gerada por cargas indutivas, como motores e transformadores, que consomem dois tipos de energia: ativa (que realiza trabalho efetivo) e reativa (que cria campos magnéticos necessários ao funcionamento).

Definição técnica e função no sistema elétrico

O banco de capacitores atua fornecendo potência reativa capacitiva que neutraliza a potência reativa indutiva das máquinas. 

Quando o fator de potência está abaixo de 0,92, as concessionárias de energia cobram multa sobre o excedente de energia reativa, conforme estabelece a Resolução Normativa ANEEL nº 414/2010. 

A função primordial do banco de capacitores é manter o fator de potência o mais próximo possível da unidade, reduzindo custos operacionais e melhorando a capacidade de carga do sistema elétrico.

Componentes principais de um painel com banco de capacitores

Um painel completo de banco de capacitores é composto por células capacitivas, controlador de fator de potência (CFP), contatores para manobra, disjuntores de proteção e reatores de dessintonia quando há presença de harmônicos. 

O controlador monitora continuamente a instalação elétrica, identifica a potência consumida e insere os capacitores nos momentos necessários para equilibrar o sistema através de algoritmos de controle. 

Os capacitores são agrupados em estágios modulares, certificados e dimensionados conforme a necessidade específica de cada instalação.

Quando instalar um banco de capacitores no painel elétrico

Instalar um banco de capacitores no painel é especialmente necessário quando a indústria apresenta fator de potência consistentemente abaixo de 0,92, quando há cobrança de multa por reativos na fatura de energia, ou quando se planeja expansão da capacidade produtiva sem sobrecarga do transformador.

Sinais de que sua indústria precisa de correção do fator de potência

Os principais sinais de que sua indústria precisa corrigir o fator de potência são o aquecimento excessivo de cabos e transformadores, as quedas de tensão durante a operação de máquinas, e o aumento inexplicável na conta de energia elétrica.

Quando o fator de potência está baixo, a circulação excessiva de energia reativa causa quedas de tensão que afetam o desempenho de máquinas e equipamentos sensíveis, além de limitar a capacidade de geração e distribuição de energia.

Indústrias com grande quantidade de motores de indução, transformadores operando em vazio e equipamentos de solda apresentam naturalmente baixo fator de potência e se beneficiam significativamente da correção.

Análise da conta de energia: identificando multas por reativos

A multa por baixo fator de potência é cobrada mensalmente na conta de luz, porém não vem discriminada de forma clara na fatura. 

Cerca de 90% das empresas pagam essa multa sem saber, pois ela está embutida nos valores de consumo e demanda.

Para identificar, procure na fatura os campos relacionados à energia reativa excedente ou fator de potência medido. 

A cobrança pode representar de 5% a 30% do valor total da conta. A multa é calculada sobre o consumo mensal de energia reativa que excede o limite permitido pela ANEEL.

Fator de potência mínimo exigido pela legislação brasileira

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), através da Resolução Normativa nº 414/2010 e do Módulo 8 do PRODIST, estabelece que o fator de potência mínimo permitido é 0,92 indutivo ou capacitivo. 

Valores abaixo desse limite resultam em penalizações automáticas sobre o consumo de energia reativa excedente. 

O ideal é manter o fator de potência acima de 0,95 para margem de segurança e evitar flutuações que possam resultar em cobrança. 

A legislação visa proteger a infraestrutura das distribuidoras e incentivar o uso eficiente da energia elétrica.

Fator de PotênciaSituaçãoConsequência
Abaixo de 0,92✗ Fora da conformidadeMulta mensal por reativos excedentes
0,92✓ Limite mínimoSem penalização, mas sem margem de segurança
0,95 a 1,00✓ IdealSem multas, sistema otimizado, máxima eficiência

Tipos de banco de capacitores para painéis industriais

Existem três tipos principais de bancos de capacitores, cada um indicado para diferentes perfis de carga e necessidades operacionais. 

A escolha adequada depende da variação do consumo energético, da previsibilidade da demanda e do orçamento disponível para investimento.

Banco de capacitores fixo

O banco de capacitores fixo possui células capacitivas ligadas permanentemente à rede, sem possibilidade de desligamento automático por sistema de controle. 

Todas as células capacitivas são acionadas ou desativadas diretamente ao ligar ou desligar o disjuntor geral. 

É indicado para instalações onde não há extrema oscilação na variação da energia consumida ou do fator de potência, como em transformadores e processos com carga constante. 

Representa a solução economicamente mais viável por possuir menos componentes e fazer uma correção um pouco mais grosseira. 

Sua utilização deve ocorrer com cautela e supervisão, acompanhada de sistema de proteção que impeça irregularidades e evite baixo fator de potência no período capacitivo.

Banco de capacitores automático

O banco automático possui controlador eletrônico de fator de potência que liga as células capacitivas em estágios, conforme a variação de energia reativa a ser corrigida. 

É indicado para grandes instalações com níveis de consumo altamente variáveis, permitindo alta precisão no controle através de estágios que proporcionam ajuste fino do fator de potência. 

Quando o kVAr faltante é maior que 10 kVAr ou em qualquer indústria, recomenda-se utilizar banco automático com 20% a mais de potência do que o kVAr faltante medido. 

Os capacitores são agrupados de modo a funcionar de maneira ideal para eliminar toda a potência reativa do circuito elétrico, de acordo com a necessidade de correção.

Banco de capacitores programável

O banco de capacitores programável é similar ao fixo, porém possui temporizador horário que faz o banco trabalhar em períodos e horários pré-determinados. 

É ideal para instalações pequenas, como empresas com kVAr faltante menor que 10 kVAr, onde os picos de consumo são previstos ou controlados, como empresas que trabalham em apenas um turno de trabalho. 

Como dimensionar corretamente o banco de capacitores

O dimensionamento adequado é fundamental para garantir a correção eficaz do fator de potência sem provocar sobrecorreção. 

O processo envolve medição precisa da instalação elétrica, cálculos específicos da potência reativa necessária e margem de segurança para variações operacionais.

Cálculo da potência reativa necessária (kVAr)

Para calcular a potência dos capacitores em kVAr, é necessário equilibrar a potência reativa indutiva com a reativa capacitiva. A fórmula básica é: 

Qc = P x [tan(arccos (FP1)) – tan(arccos FP2))]

Em que:

  • Qc: Potência Reativa Capacitiva. É o resultado final da conta: o tamanho do banco de capacitores que precisará ser instalado (medido em kVAr).
  • P: Potência Ativa. É a energia que realmente “trabalha” em sua instalação, fazendo motores girarem e luzes acenderem (medida em kW).
  • FP1: Fator de Potência Atual. É como a sua rede elétrica está operando hoje (geralmente abaixo do necessário).
  • FP2: Fator de Potência Desejado. É a sua meta (a legislação exige que seja, no mínimo, 0,92).
  • arccos (Arco cosseno): É a função trigonométrica inversa do cosseno, que transforma o valor do Fator de Potência no ângulo de atraso da energia.
  • tan (Tangente): É a função trigonométrica que usa o ângulo de atraso da energia para encontrar a proporção exata de energia reativa que precisa ser corrigida.

Após calcular a potência reativa a ser compensada, é fundamental escolher um capacitor comercial com valor superior mais próximo ao calculado, pois capacitores subdimensionados não corrigem adequadamente e superdimensionados podem causar sobrecorreção.

Medição e análise da qualidade de energia

Antes da instalação, realize avaliação detalhada do sistema elétrico, incluindo medição do fator de potência atual, identificação de problemas de baixa potência e análise da demanda de carga. 

Monitore o kVAr faltante e a distorção harmônica total por 10 minutos em diferentes períodos operacionais. 

Anote os valores medidos de potência ativa (kW), reativa (kVAr), fator de potência e THD (Total Harmonic Distortion). 

Se a distorção harmônica total de tensão for maior que 3% ou de corrente maior que 10%, utilize bloqueadores de harmônicas ou reatores de dessintonia. 

Bancos de capacitores devem ter ampla faixa de regulação de potência, determinada por medições de 24 horas no local de instalação.

Margem de segurança e potência adicional

Recomenda-se adicionar 20% a mais de potência do que o kVAr faltante medido, especialmente em indústrias com cargas variáveis. 

Essa margem compensa flutuações na demanda e evita subcorreção em momentos de pico. 

Se um estudo revela presença de harmônicos, especifique o banco com reatores de dessintonia de 7%, pois a inclusão de reatores modifica a tensão nos capacitores e o cálculo de kVAr deve ser ajustado para que o banco entregue a potência reativa necessária. 

Onde instalar o banco de capacitores no sistema elétrico

A localização do banco de capacitores no sistema elétrico influencia diretamente sua eficiência e os benefícios obtidos. Confira:

Instalação na saída do transformador

Um dos locais mais apropriados é na saída do transformador de potência, pois evita que o transformador de média tensão sofra com a energia reativa gerada pela instalação elétrica. 

Esta localização permite que toda a potência esteja concentrada em um ponto estratégico, otimizando o coeficiente de expansão e demandando menos do transformador. 

É possível instalar na baixa ou na média tensão, devendo-se tomar essa decisão com base nos objetivos específicos. 

Na média tensão não é comum haver automatismo para controle de kVAr, ou seja, o banco entra ou sai com toda a potência de uma vez, sendo mais indicado para cargas constantes.​

Instalação no QGBT (Quadro Geral de Baixa Tensão)

O painel geral de baixa tensão (QGBT) é outro local estratégico para instalação, oferecendo controle centralizado e facilidade de manutenção. 

Nesta configuração, o banco atua sobre toda a instalação de baixa tensão, corrigindo o fator de potência antes que a energia reativa chegue ao transformador.

A vantagem é permitir automatismo mais sofisticado com controladores de fator de potência que acionam estágios conforme a demanda. 

Esta é a solução mais econômica quando o objetivo é tanto evitar multas quanto obter benefícios técnicos como redução de perdas e folga no sistema.

Correção individual vs correção centralizada

A correção individual instala os capacitores diretamente nos equipamentos que geram energia reativa, como motores de grande porte. 

É indicado quando um setor da indústria ou grupo de máquinas específico precisa de correção para baixo fator. 

A correção centralizada concentra toda a compensação em um único banco instalado no QGBT ou transformador, sendo mais econômica e de manutenção simplificada. 

Na prática, soluções híbridas combinam correção individual para grandes motores com banco centralizado para o restante da instalação, maximizando benefícios técnicos e econômicos.

Benefícios econômicos e técnicos da instalação

A instalação do banco de capacitores proporciona retorno financeiro rápido e melhorias significativas no sistema elétrico industrial. Os benefícios abrangem desde redução direta de custos até aumento da confiabilidade operacional e capacidade instalada.

Redução da conta de energia elétrica

A melhoria no fator de potência resulta em redução dos custos com demanda de potência junto às concessionárias de energia. 

A redução de perdas elétricas se traduz em um sistema mais eficiente e sustentável, diminuindo o consumo total de energia. 

Estudos demonstram que a implementação adequada de bancos de capacitores pode reduzir perdas técnicas entre 1,8% e 10,5%, dependendo da potência instalada.

Em termos práticos, a redução anual de consumo pode chegar a 57,6 MWh a 113,43 MWh, evidenciando o impacto positivo da medida. 

Eliminação de multas por baixo fator de potência

A correção do fator de potência para valores acima de 0,92 elimina completamente a cobrança de energia reativa excedente. 

Como essa multa pode representar de 5% a 30% do valor total da conta de energia, sua eliminação gera economia substancial. 

Para indústrias de grande porte, a multa por baixo fator de potência pode elevar em mais de 30% a conta de luz. 

O banco de capacitores faz a correção ou compensação reativa, garantindo redução nos custos com eletricidade e proporcionando mais segurança durante o funcionamento.

Tempo de retorno do investimento

De acordo com estatísticas da Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica (Abinee), a empresa que instala um banco de capacitores recupera esse investimento em um período de três a cinco meses. 

Esse retorno rápido ocorre tanto pela economia gerada com o aumento da eficiência energética quanto pela eliminação da multa por baixo fator na conta de luz. 

Na prática, o payback curto torna o banco de capacitores um dos investimentos mais atrativos em eficiência energética industrial. 

Além do retorno financeiro direto, há benefícios indiretos como aumento da capacidade instalada, redução de manutenção em equipamentos e maior vida útil de motores e transformadores.​

Manutenção e monitoramento do banco de capacitores

A manutenção periódica é fundamental para prevenir falhas e garantir o pleno funcionamento do banco de capacitores. 

Serviços de inspeção, limpeza, ajustes e substituição de componentes são essenciais para manter a eficiência energética e evitar desperdícios.​

Inspeções preventivas

A manutenção preventiva em banco de capacitores deve incluir inspeções regulares dos componentes principais: células capacitivas, contatores, controlador de fator de potência e sistema de proteção. 

É preciso verificar periodicamente sinais de aquecimento excessivo, oxidação de conexões, funcionamento dos contatores e calibração do controlador. 

As inspeções devem seguir o cronograma estabelecido pelo fabricante. Elas são geralmente semestrais ou anuais, conforme a criticidade da instalação. 

Na prática, a manutenção preventiva se torna essencial para garantir que a vida útil dos capacitores e dispositivos de manobra e proteção se prolongue.

Problemas comuns e como evitá-los

Um dos problemas mais comuns costuma ser a falha dos capacitores por sobretensão.

Além disso, também pode acontecer a queima de contatores por manobras excessivas, descalibração do controlador de fator de potência e ressonância harmônica. 

Para evitar esses erros, é necessário garantir que o dimensionamento inicial tenha sido adequado, bem como instalar proteções contra surtos e harmônicos, e manter o ambiente de instalação limpo e ventilado. 

Capacitores têm vida útil limitada e apresentam degradação gradual de capacitância ao longo do tempo. 

Por isso, é preciso monitorar regularmente a performance do sistema através do controlador e realizar testes periódicos de medição do fator de potência real alcançado.

Vida útil e substituição de componentes

Verifique a vida útil dos capacitores e considere a garantia oferecida pelo fabricante.

Os capacitores de potência costumam ter uma vida útil de cerca de 10 a 15 anos em condições normais de operação, mas ambientes com alta temperatura, presença de harmônicos ou sobretensões podem reduzir significativamente esse período. Contatores e controladores eletrônicos devem ser verificados a cada 3 a 5 anos. 

As intervenções corretivas devem ser realizadas de modo a restaurar a funcionalidade plena do equipamento, aplicando práticas que seguem rigorosos padrões de segurança e qualidade. 

A substituição preventiva antes da falha completa evita paradas não programadas e danos a outros componentes do sistema.

Perguntas frequentes sobre banco capacitores no painel

Confira a seguir as respostas para as dúvidas mais comuns sobre banco capacitores no painel:

Qual é o fator de potência mínimo exigido no Brasil?

O fator de potência mínimo exigido pela ANEEL é 0,92, seja indutivo ou capacitivo, conforme a Resolução Normativa nº 414/2010 e o Módulo 8 do PRODIST. 

Valores abaixo desse limite resultam em multa mensal sobre o consumo de energia reativa excedente, podendo aumentar a fatura em até 30%. O ideal é manter acima de 0,95 para margem de segurança.

É possível instalar banco de capacitores sem análise técnica prévia?

Não é recomendável instalar banco de capacitores sem análise técnica prévia, pois o dimensionamento incorreto pode causar sobrecorreção do fator de potência ou ressonância harmônica. 

A análise deve incluir medição do fator de potência atual, cálculo da potência reativa necessária, verificação de harmônicos e avaliação da variação de carga. Profissionais capacitados devem realizar essa avaliação para garantir eficácia e segurança.

Quanto tempo leva para recuperar o investimento em banco de capacitores?

Segundo estatísticas da Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica (Abinee), o investimento em banco de capacitores é recuperado em cerca de 3 a 5 meses.

Esse retorno rápido ocorre pela eliminação imediata das multas por baixo fator de potência e pela redução do consumo total de energia devido à diminuição de perdas técnicas.

Qual é a diferença entre banco de capacitores fixo e automático?

O banco fixo mantém todas as células capacitivas ligadas permanentemente, sendo indicado para cargas constantes, enquanto o automático possui controlador que liga e desliga estágios conforme a variação da demanda, ideal para cargas variáveis. 

O fixo tem menor custo, mas correção menos precisa, enquanto o automático oferece alta precisão através de estágios modulares, evitando sobrecorreção.

Como identificar a multa por baixo fator de potência na conta de energia?

A multa por baixo fator de potência aparece na conta como cobrança de energia reativa excedente, embora não venha sempre discriminada de forma clara. 

Procure campos relacionados a “UFER” (Uso de Energia Reativa Excedente), “DMER” (Demanda Reativa Excedente) ou valores de fator de potência medido abaixo de 0,92. Cerca de 90% das empresas pagam essa multa sem identificá-la claramente.

Conclusão

A instalação de banco capacitores no painel elétrico industrial representa uma das medidas mais eficazes para redução de custos energéticos, com retorno do investimento em apenas 3 a 5 meses. 

A decisão de instalar deve ser baseada na análise do fator de potência atual, presença de multas por reativos excedentes na fatura e objetivos de otimização do sistema elétrico. 

O dimensionamento correto, considerando a potência reativa necessária e o tipo adequado (fixo, programável ou automático) elimina multas regulatórias e melhora a eficiência energética da planta industrial.

Os benefícios vão além da economia financeira direta, incluindo redução de perdas técnicas de até 10,5%, aumento da capacidade instalada sem necessidade de ampliar transformadores e maior vida útil dos equipamentos elétricos. ]

O cumprimento das normas ANEEL garante conformidade legal e evita penalidades que podem elevar a conta de energia em mais de 30%.

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